Ele cria um par de chaves pública e privada, além do registro DNS necessário para assinar e-mails. A chave pública vai para o seu DNS, a privada para o seu servidor de e-mail, e juntas elas permitem que os provedores verifiquem suas mensagens.
Use 2048 bits. É o padrão atual e mais forte que 1024 bits. A maioria dos provedores oferece suporte, então escolha 2048, a menos que seu provedor de DNS tenha um limite que exija uma chave menor.
Sim, o Gerador de DKIM é totalmente gratuito.
Depois de adicionar as chaves, use um verificador de DKIM. Insira seu domínio e seletor, e ele confirma que o registro está ativo e a chave é válida, para você saber que a assinatura está funcionando antes de enviar.
A chave privada fica no seu servidor de e-mail e assina as mensagens enviadas. A chave pública vai para o seu DNS para que os provedores possam verificar essa assinatura. Elas formam um par, e ambas são necessárias para o DKIM funcionar.
Trocar as chaves periodicamente, uma ou duas vezes por ano, limita os danos caso uma chave privada seja exposta. Gere um novo par, publique a nova chave pública, mude a assinatura para a nova chave privada e remova o registro antigo.
DKIM, SPF e DMARC são protocolos complementares que juntos formam uma estrutura robusta de autenticação de e-mail. O DKIM verifica que o conteúdo do e-mail não foi alterado e que ele foi enviado por uma fonte autorizada, usando assinaturas criptográficas. O SPF (Sender Policy Framework) especifica quais servidores podem enviar e-mails em nome do seu domínio. O DMARC (Domain-based Message Authentication, Reporting, and Conformance) une os dois, exigindo alinhamento entre SPF e DKIM e permitindo que o dono do domínio defina como e-mails não autenticados devem ser tratados.
É melhor gerar um par de chaves separado para cada domínio. Reutilizar uma chave em vários domínios enfraquece sua configuração e complica a rotação. Gere um par novo por domínio e seletor.